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Alimentos orgânicos

A produção orgânica não utiliza agrotóxicos e é considerada o sistema mais evoluído, humano e ecológico de produzir alimentos por gerar alimentos sem resíduos químicos e valorizar a agricultura familiar, proporcionando um resgate da cultura local.

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Comentário de Clovis Thadeu Rabello Improta em 8 junho 2015 às 21:08

Meu caro Silvio. Esse é o projeto mais cretino que já conheci. Tolher o povo de saber o que está consumindo. Infelizmente, passou na Câmara e não sei como o Senado vai votar, visto que o que move esse povo é a grana das empresas que financiam as suas campanhas. Mas vamos ficar atentos. Um abraço e te informo que já votei na enquete, porém não posso avaliar que tipo de valor eles darão para a nossa opinião. Espero que eles, pelo menos desta vez, desfaçam essa minha expectativa. 

Um abraço e a nossa luta continua. 

Comentário de Silvio Valle em 8 junho 2015 às 20:17

ENSP defende obrigatoriedade da rotulagem de alimentos transgênicos

http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe...

Comentário de Adriana Maria Fernandes em 26 setembro 2014 às 13:43

Participe da V Conferência de Defesa Agropecuária, entre os dias 25 e 28 novembro, em Florianópolis. 

Tire suas dúvidas sobre o evento


O VCNDA reunirá cerca de 1500 conferencistas para discutir os rumos da defesa agropecuária, como “blindar” as fronteiras do Brasil e fortalecer o agronegócio brasileiro.

Veja a programação completa no site

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Comentário de Silvio Valle em 11 dezembro 2013 às 9:44
Comentário de Silvio Valle em 17 maio 2013 às 11:22

CTNBio dispensa monitoramento de transgênicos pós-liberação comercial

VALOR ECONÔMICO, 11/11/2011

Por Tarso Veloso

Nova regra no monitoramento de transgênicos

As empresas produtoras de organismos geneticamente modificados (OGMs) podem pedir isenção do monitoramento pós-liberação comercial, de acordo com resolução normativa aprovada ontem na reunião plenária de novembro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Com a nova resolução, os OGMs considerados de baixo risco em biossegurança poderão ficar livres do procedimento, até então, obrigatório.

A resolução não especifica quais pesquisas ficam livres ou não, deixando a decisão para as empresas. Os pedidos serão encaminhados a todas as subcomissões setoriais permanentes da CTNBio para formação e aprovação do parecer final. As companhias deverão encaminhar o plano de monitoramento pós-liberação comercial, ou solicitar sua isenção, no máximo em 30 dias após o deferimento do pedido de liberação comercial do transgênico.

A mudança, segundo o presidente da comissão, Edilson Paiva, foi discutida à exaustão. “A decisão é uma coisa única e acertada”. Paiva diz que, caso a análise do OGM apresente riscos de biossegurança, a isenção será negada pela comissão. Com isso, a requerente terá de apresentar um plano de monitoramento geral em até 30 dias para análise e elaboração de pareceres. O prazo poderá ser estendido por mais 30 dias.

Alguns membros da comissão criticaram a aprovação da resolução. “Com a decisão, abrimos uma possibilidade de que os riscos que eram identificados no monitoramento fiquem desconhecidos por um longo tempo, até o produto ser usado em grande escala”, diz Leonardo Melgarejo, representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no colegiado da CTNBio. Para ele, as empresas poderão alegar que o produto já foi liberado para ser comercializado e é seguro, ficando isentas de mais testes.

A ONG Agricultura Familiar e Agroecologia (ASPTA) avalia que com essa nova regra, a CTNBio assume uma política de “voo cego” em relação aos transgênicos. “Primeiro a CTNBio flexibilizou os critérios para liberação comercial com o argumento de que o monitoramento pós-comercialização seria suficiente para corrigir danos identificados no médio ou longo prazos. Agora, a comissão torna facultativo o monitoramento. Não se testa nem antes nem depois”, afirma o assessor técnico da ASPTA, Gabriel Fernandes.

A representante suplente do Ministério da Saúde, Ana Luiza Vivan, também criticou a decisão. Para ela, a falta de especificar os casos isentos abre precedente para qualquer procedimento usufruir do benefício. “Até se os riscos forem baixos as empresas podem pedir, pois isso reduz custos. O certo seria deixar escrito no regulamento que a isenção só seria dada em casos aonde é impossível realizar o monitoramento”, diz ela.

A resolução, afirma, serve para definir normas, e não isenções. “O Conselho Nacional de Biossegurança [CNBS] diz que devem ser realizados estudos de médio ou longo prazos para OGMs, ou seja, deve ser feito o monitoramento pós liberação comercial. Essa brecha vai contra a orientação do conselho superior”.

Mesmo com toda a polêmica, os contrários à decisão não sabem se vão tomar alguma medida mais dura contra a resolução normativa. O presidente da CTNBio vê com naturalidade as críticas recebidas pela aprovação. “Quem perde tem o direito de reclamar. Mas não deliberamos por consenso, e sim por maioria”, afirma Edilson Paiva.

Comentário de Clovis Thadeu Rabello Improta em 19 novembro 2012 às 9:02

Silvio, Sofia e demais companheiros.

Infelizmente o que o Silvio coloca tem fundamento, pois devido a irresponsabilidade com que se aprovam transgênicos, venenos agrícolas e medicamentos neste país é muito dificil de se dizer que um produto é orgânico. Conversando com um amigo, ex-colega de CIDASC, que planta orgânico, ele me falou da dificuldade que tem para produzir desta forma devido a contaminação tanto tóxica como genética, o que é muito grave.

Poderíamos estar produzindo sem essas contaminações se os sistemas de controle fossem mais eficientes, mas isso não interessa nem as empresas donas desses produtos e nem tão pouco aos políticos comprados por elas. Vale a pena ler, sobre isso, o artigo de Oded Grajew, presidente do Instituto Ethos, sobre o financiamento privado de campanhas.

Comentário de Sofia Iba em 19 novembro 2012 às 8:41

Preciso concordar com vc, Silvio!

Comentário de Silvio Valle em 19 novembro 2012 às 8:36

Sofia se tirar da dieta soja, milho e seus derivados, porcos e frangos de alguns produtores do cardápio dos atletas tudo bem, concorda Clovis.

Comentário de Sofia Iba em 19 novembro 2012 às 8:29

Prezado Silvio, segue a matéria que saiu sobre isso:

19/11 
Alana Gandra

Rio de Janeiro – Os alimentos orgânicos vão ser priorizados nos cardápios dos hotéis, restaurantes e nos pratos servidos aos atletas durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, desenvolvido pelo Centro de Inteligência em Orgânicos (CIO), da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), quer reforçar esse projeto, que destaca a biodiversidade brasileira. As ações do núcleo serão apresentadas nesta segunda-feira (19), durante o seminário Brasil Orgânico e Sustentável/ Rio de Janeiro – Impactos da Política Nacional de Agroecologia.

“São vários eventos com a ideia de unir produtores orgânicos com restaurantes e hotéis. Ou seja, mostrar para os restaurantes e hotéis que uma parceria com esses produtores pode ser interessante porque vai ter muita gente consciente, que desejará comprar esse tipo de alimentos. E, para os agricultores, porque mostrará para eles que é uma oportunidade de mercado importante”, disse à Agência Brasil a coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos (CIO) da SNA, Sylvia Wachsner.

O CIO está estimulando as empresas e entidades setoriais a participarem do projeto. Sylvia destacou que para os produtores, as parcerias significam uma nova maneira de vender e escoar seus produtos, “o que é muito importante porque são mercados que se criam”. E para os restaurantes, bares e hotéis é uma nova maneira de mostrarem para os turistas estrangeiros, principalmente, a biodiversidade do Brasil e seus alimentos orgânicos.

Ela lembrou que na Copa da África do Sul, em 2010, a questão da sustentabilidade foi tratada, mas sem muito sucesso. Sylvia acredita que, no caso brasileiro, há maiores chances de dar certo. Ressaltou que para os visitantes estrangeiros, é interessante ver que no Brasil existem novos produtos e marcas. “Alimentos que não sejam industrializados e que tenham novos conceitos de produção”.

A coordenadora do CIO acredita que isso contribuirá para o crescimento do mercado de orgânicos no país. Ressaltou o interesse dos chefes de cozinha em comprar ou trabalhar com produtos que tenham “a cara do Brasil”. “Você não só ajuda a abrir mercado para os pequenos produtores, mas começa a colocar a base de uma cara do Brasil. Diferenciar o Brasil justamente por meio desse tipo de produtos”.

O CIO vai lançar no próximo dia 22, na 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária - Brasil Rural Contemporâneo, na Marina da Glória, o primeiro estudo sobre uma cooperativa de agricultores familiares de Santa Catarina cuja produção é vinculada à sustentabilidade.



Edição: Aécio Amado


Agência Brasil 

Comentário de Silvio Valle em 19 novembro 2012 às 8:00

Caro Clovis e demais colegas Alimentos orgânicos serão servidos a turistas e atletas durante Copa e Olimpíada, me explique como.

 

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