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Comentário de Silvio Valle em 17 junho 2015 às 14:43

Seria Terceirização

Com a palavra os órgão de classe

Comentário de Inovadefesa em 27 janeiro 2015 às 8:10

Prezados colaboradores e membros da RITDA,

Considerando que o Projeto INOVADEFESA - Inovação Tecnológica para a Defesa Agropecuária foi finalizado, e não tendo conseguido outra fonte de financiamento, a Rede de Inovação Tecnológica para a Defesa Agropecuária - RITDA ficará sem a inserção de novas matérias, ficando portando paralisada por período indeterminado.

Nesse sentido, precisamos do apoio de vocês para conseguir parcerias, que nos permitam dar continuidade à Rede, que se tornou um canal tao importante. Seria uma pena a RTIDA tornar-se obsoleta, após esse período tão frutífero.

Quem tiver interesse ou ideias, gentileza encaminhar email para inovadefesa@gmail.com aos cuidados de Rebeca.
Obrigada pela colaboração.

Atenciosamente,
Rebeca Caroline
RITDA

Comentário de Marco Antônio Ritter em 15 julho 2014 às 16:07

Fizeram modificações na IN 51, transformaram em IN 62 e ainda estamos consumindo leite com formol, peróxido de hidrogênio... Com relação ao consumo de carnes então nem se fala, em pleno século XXI e ainda 50% do abate de animais é clandestinos! Onde vamos parar hein?

Comentário de Silvio Valle em 13 maio 2013 às 14:34

Estamos querando entrar na produção de Bio Transênicos e não conseguimos ainda fiscalizar o leite.

http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI335184-1828...

Comentário de Joaquim Eustaquio de Souza Amado em 16 março 2011 às 14:42

O que você acha João Carlos? Será que me perdi em meus pensamentos? 

Você vislumbrou algo parecido durante seus anos a frente da Inspeção do Paraná?

Adorei este tema iniciado por você e espero que outras pessoas arrisquem opiniões neste nosso "Brainstorm". Quem sabe descobrimos juntos uma forma de alavancar o SISBI? Quem sabe é disso que o SISBI precisa, uma discussão mais ampla entre os servidores estaduais, federais, os profissionais autônomos, a acadêmia e as indústrias beneficiadoras com SIE?!?

Comentário de Joaquim Eustaquio de Souza Amado em 16 março 2011 às 14:33

É muito interessante esta sua colocação João Carlos. Não é a primeira vez que me deparo com esta pergunta e sinceramente nunca encontrei uma resposta que pudesse se transformar em solução. Existem acusações de todos os lados e nada mais. Já ouvi pessoas dizerem que é por puro descuido dos estados e falta de estrutura. Já vi outros dizerem que é por centralização de recursos na instância federal e poucos recursos para os executores nos estados. 

Concordo plenamente que o SISBI é o caminho para a integração da inspeção estadual e da federal, entretanto pode ser que por não enchergar esta possibilidade de repasse de recursos diretos é que os estados não se filiam. Um exemplo de que o repasse de recursos não seria tão fácil assim é o simples fato de existirem plantas com SIF que são inspecionadas por servidores estaduais sem nenhuma contrapartida do governo federal. 

Depois de escrever isso tudo acabei por chegar a conclusão de que talvez o nome do jogo seja dinheiro. Os estado não veem a possibilidade de repasse de recursos e por isso não se mobilizam. As industrias com SIE não acham que seja vantajoso o suficiente para se mobilizar de forma efetiva e reivindicar a adoção do SISBI em seu estado. E o governo federal não vislumbra a possibilidade de auxiliar o processo com um repasse de recursos específicos antes do processo ser aprovado. Pode ser até que o governo federal não vislumbre o repasse de recursos de forma alguma através do SISBI.

Comentário de João Carlos Rocha Almeida em 16 março 2011 às 14:15

Estive como Coordenador da Inspeção do Paraná durante os anos de 2007 a inicio de 2010. Fiquei contente pela integração que o SISBI/POA provocou em todo o Brasil nestes anos que estive a frente da inspeção do Estado. Não vejo muita movimentação no sentido de implantar o sistema em outras regiões do Brasil. O que será que está acontecendo? A inspeção no Brasil precisa ser integrada e receber maior aporte de recursos da União para os estados, no intuito de fortalecer e incrementar os Serviços Estaduais de Inspeção.Penso que o SISBI poderá realizar e servir de canal para este fim.

JCRAlmeida - Curitiba - Paraná.

Comentário de Katia Leda de Oliveira em 27 fevereiro 2011 às 7:36

É verdade Micaela, desde a criação da IN 51 pouca coisa mudou, acho que falta uma cobrança maior por parte dos orgãos competentes.

Depois da IN 51, em 2009 veio uma nova Instrução Normativa, a IN 22, que faz algumas alterações realivas a IN 51, e pelo que percebi a alguns dias é que boa parte dos laticinios e tambem dos Fiscais do SIF não tem connhecimento suficiente em relação a tal Instrução Normativa, levando a erros por ambas as partes. Falta cobrança e conhecimento, tanto por parte das empresas, quanto por parte de alguns fiscais.

 

 

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