Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária

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Informações sobre novas leis aplicadas a defesa agropecuária

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Última atividade: 13 Nov

Artigo: "Diagnóstico e Análise do Sistema Normativo de Defesa Agropecuária Brasileiro"

A atividade de pesquisa desenvolvida ao longo do projeto Inovação Tecnológica para a Defesa Agropecuária que fundamentou-se na identificação de que a legislação do setor representa um gargalo para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil. A perspectiva adotada foi a de promoção do desenvolvimento da defesa agropecuária e, consequentemente, do agronegócio no país com foco na qualidade da lei produzida e aplicada por este setor, considerando que “a manutenção e expansão desse mercado só são possíveis pelo estabelecimento de uma relação de confiança e credibilidade entre produtores e consumidores quanto à qualidade e inocuidade dos produtos comercializados” (Projeto Inova Defesa, 2008).

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Comentário de Silvio Valle em 8 junho 2015 às 20:12

ENSP defende obrigatoriedade da rotulagem de alimentos transgênicos

http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe...

Comentário de Silvio Valle em 8 junho 2015 às 13:14

Bioinsegurança normativa no controle da febre aftosa

http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http%3A%2F%2Fjcnotic...

Comentário de Adriana Maria Fernandes em 26 setembro 2014 às 13:44

Participe da V Conferência de Defesa Agropecuária, entre os dias 25 e 28 novembro, em Florianópolis. 

Tire suas dúvidas sobre o evento


O VCNDA reunirá cerca de 1500 conferencistas para discutir os rumos da defesa agropecuária, como “blindar” as fronteiras do Brasil e fortalecer o agronegócio brasileiro.

Veja a programação completa no site

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Comentário de Paulo Luporini Pastore em 7 fevereiro 2013 às 8:59

Prezada Rebeca Caroline Gonçalves. Obrigado pela rápida resposta. No entanto já tenho mestrado na minha área de atuação, e da Res. 218 do CONFEA, sei quais são as atribuições para minha área, o que desconheço é quem do Meio Ambiente (Agropecuaria) faz convocação para algum trabalho, e este é a essência da minha pergunta anterior, saber quem necessite dos trabalhos do engenheiro mecânico, como eu não sou desta área desconheço, sei quais são os equipamentos. Aqui neste portal deveria ter um link de "Prestadores de Serviços" para que assim pudessem ser conhecidos e procurado por quem necessite de algum tipo de serviços, sabendo que hoje todo e qualquer tipo de manutenção em equipamentos mecânicos, de mecanização, ou de de automatização requer a ART de engenheiro mecânico, na falta pode haver notificação do CREA, se o fabricante, ou empresa conservadora estiver omitindo este documento, que vai qualificar equipamentos, e dentre eles os que possuem altura acima de 2,00 em que devem ser feito montagem, instalação e manutenção entra as regulamentações de quedas de altura, hoje fiscalizada pelo Ministério do Trabalho, dos CREA´s e com este documento se qualifica prestadores de serviços que não sejam engenheiros e possam ter liberação de serviços, de obras e produtos em geral. Em suma, tudo que tem hoje algum tipo de metal, quer seja um equipamento monta carga, ou para deficiente (acessibilidade), estrutura metálica em galpão industrial necessita de ART de engenheiro mecânico, espero que agora com o meu esclarecimento possa entender aonde eu quero chegar, é certo que empresas fornecedores de equipamentos, máquinas e coberturas metálicas possuem seus engenheiros, mas ao todo no Brasil uma grande minoria, a grande maioria vendem produtos sem este documento da ART, ai não se possa dizer que possuem qualidade, e isto infere a não cumprimento das normas da Anvisa, do Ibama, e outros órgãos que regulamentam profissões, serviços, obras e produtos em geral na engenharia mecânica. Agradeço à atenção e coloco-me à disposição.

Comentário de Rebeca Caroline Gonçalves de Sou em 7 fevereiro 2013 às 8:21

Paulo Luporini, a respeito das atribuições do engenheiro mecânico, o ideal é que o senhor consulte o CREA da sua cidade, para averiguar as atribuições do engenheiro mecânico e de outros profissionais que podem atuar na área em questão.

Comentário de Rebeca Caroline Gonçalves de Sou em 7 fevereiro 2013 às 8:19

Paulo que eu saiba há um curso de mestrado em defesa agropecuária, será ministrado pela UFV, inclusive consta aqui no site da RITDA maiores informações a respeito.

Comentário de Paulo Luporini Pastore em 5 fevereiro 2013 às 18:12

Sou engenheiro mecânico projetista em tecnologias de ponta para passar da idéia ao produto pronto, e no caso deste portal pergunto como é feito o controle de equipamentos para processamento dos alimentos, e de outros tipos de equipamentos tais como druy driers (desidratação) por ação de qual profissional? Penso que seja do engenheiro mecânico quem pode avaliar, analisar e averiguar o estado de conservação de equipamentos, etc.

Comentário de Paulo Henrique da Silva em 22 dezembro 2010 às 20:48
Gostaria de saber se existe aqui no Brasil ou fora um curso de Doutorado em Defesa agropecuaria?
Comentário de carla m.carnielli pereira paiva em 25 junho 2010 às 17:19
Estou elaborando monografia de conclusão da especialização em Defesa Agropecuária-tema Revisão e atualização da legislação estadual de agrotóxicos,gostaria de saber se alguém do grupo tem conhecimento de normas específicas para responsabilidade técnica em revendas de agrotóxicos,é um aspecto falho em nossa legislação,se tiverem qualquer informação ou sugestão agradeço...
Comentário de Oriede Couto em 31 março 2010 às 8:51
Publicado no DOU de hoje:
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 13, DE 30 DE MARÇO DE 2010
O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ-
RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o
art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o
disposto no Decreto nº 5.741, de 30 de março de 2006, no Decreto nº
24.548, de 3 de julho de 1934, e o que consta do Processo nº
21000.009867/2005-13, resolve:
Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA EXPORTAÇÃO
DE BOVINOS, BÚFALOS, OVINOS E CAPRINOS
VIVOS, DESTINADOS AO ABATE, na forma do Anexo à presente
Instrução Normativa.
Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor 90 (noventa) dias após sua data de publicação.
 

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