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Greve dos servidores da Adapi coloca em risco segurança alimentar no Piauí

Iniciado por Inovadefesa 13 Jun. 0 Respostas

Gregório Júnior, presidente da Asdapi (Sindicato dos Servidores Efetivos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí), denuncia que, além da defasagem salarial, os servidores do órgão são…Continuar

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Comentário de Clayton Bernardinelli Gitti em 28 maio 2013 às 10:29
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Comentário de Silvio Valle em 17 maio 2013 às 11:23

CTNBio dispensa monitoramento de transgênicos pós-liberação comercial

VALOR ECONÔMICO, 11/11/2011

Por Tarso Veloso

Nova regra no monitoramento de transgênicos

As empresas produtoras de organismos geneticamente modificados (OGMs) podem pedir isenção do monitoramento pós-liberação comercial, de acordo com resolução normativa aprovada ontem na reunião plenária de novembro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Com a nova resolução, os OGMs considerados de baixo risco em biossegurança poderão ficar livres do procedimento, até então, obrigatório.

A resolução não especifica quais pesquisas ficam livres ou não, deixando a decisão para as empresas. Os pedidos serão encaminhados a todas as subcomissões setoriais permanentes da CTNBio para formação e aprovação do parecer final. As companhias deverão encaminhar o plano de monitoramento pós-liberação comercial, ou solicitar sua isenção, no máximo em 30 dias após o deferimento do pedido de liberação comercial do transgênico.

A mudança, segundo o presidente da comissão, Edilson Paiva, foi discutida à exaustão. “A decisão é uma coisa única e acertada”. Paiva diz que, caso a análise do OGM apresente riscos de biossegurança, a isenção será negada pela comissão. Com isso, a requerente terá de apresentar um plano de monitoramento geral em até 30 dias para análise e elaboração de pareceres. O prazo poderá ser estendido por mais 30 dias.

Alguns membros da comissão criticaram a aprovação da resolução. “Com a decisão, abrimos uma possibilidade de que os riscos que eram identificados no monitoramento fiquem desconhecidos por um longo tempo, até o produto ser usado em grande escala”, diz Leonardo Melgarejo, representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no colegiado da CTNBio. Para ele, as empresas poderão alegar que o produto já foi liberado para ser comercializado e é seguro, ficando isentas de mais testes.

A ONG Agricultura Familiar e Agroecologia (ASPTA) avalia que com essa nova regra, a CTNBio assume uma política de “voo cego” em relação aos transgênicos. “Primeiro a CTNBio flexibilizou os critérios para liberação comercial com o argumento de que o monitoramento pós-comercialização seria suficiente para corrigir danos identificados no médio ou longo prazos. Agora, a comissão torna facultativo o monitoramento. Não se testa nem antes nem depois”, afirma o assessor técnico da ASPTA, Gabriel Fernandes.

A representante suplente do Ministério da Saúde, Ana Luiza Vivan, também criticou a decisão. Para ela, a falta de especificar os casos isentos abre precedente para qualquer procedimento usufruir do benefício. “Até se os riscos forem baixos as empresas podem pedir, pois isso reduz custos. O certo seria deixar escrito no regulamento que a isenção só seria dada em casos aonde é impossível realizar o monitoramento”, diz ela.

A resolução, afirma, serve para definir normas, e não isenções. “O Conselho Nacional de Biossegurança [CNBS] diz que devem ser realizados estudos de médio ou longo prazos para OGMs, ou seja, deve ser feito o monitoramento pós liberação comercial. Essa brecha vai contra a orientação do conselho superior”.

Mesmo com toda a polêmica, os contrários à decisão não sabem se vão tomar alguma medida mais dura contra a resolução normativa. O presidente da CTNBio vê com naturalidade as críticas recebidas pela aprovação. “Quem perde tem o direito de reclamar. Mas não deliberamos por consenso, e sim por maioria”, afirma Edilson Paiva.

Comentário de Delaine Cristina Cordeiro em 18 abril 2013 às 12:18

Innovation Link - Workshop de Inovação do CenTev/UFV 

O Innovation Link é um das ações do CenTev/UFV para induzir e promover a interação universidade-empresa. Aqui empresas poderão buscar projetos e tecnologias, fora de seus centros de P&D, que poderão agregar valores e acrescentar um diferencial competitivo a sua marca, produtos e serviços. 
Aqui também é o espaço para pesquisadores ofertarem suas tecnologias e converterem seus conhecimentos em modelos de negócio. 
Esse primeiro Innovation Link tratará da temática Saúde, Nutrição e Reprodução Animal. 

Acesse para conhecer as tecnologias 
http://www.centev.ufv.br/interna.php?area=noticia&escolha=657&a... 

Estou a disposição 
Atenciosamente 
Delaine

Comentário de Carlos Henrique Fonseca em 21 julho 2010 às 14:21
Boa tarde a todos os membros. Inicialmente saúdo a iniciativa de criação desse grupo. Um tema interessante para ser discutido nesse grupo é a presença de aflatoxinas em silagens para bovinos e suas implicações na cadeia do leite e derivados. A legislação brasileira sobre esse contaminante é relativamente recente e surgiu inicialmente de uma demanda da indústria de derivados de amendoim para exportação. De lá até aqui, a identificação e dosagem de aflatoxinas (AF) tem sido incluída como exigência para exportação de alimentos industrializados para o Japão, Canada e EU. Em leite, a UFV tem realizado um trabalho bastante interessante com leite (AF M1). É necessário uma ação mais incisiva do MAPA e da ANVISA em suas esferas de atuação para aumentar o nível de informação sobre o problema causado por AF em alimentos e a fiscalização.
 

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