Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária

O Projeto

 

( O Projeto | Guia RIT DA & Tutoriais | Livro de Visitas)


Vídeo com coordenador do projeto Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária, Prof. Evaldo Vilela

 

 

Resumo

 

O Projeto "Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária" é coordenado pelo prof. Evaldo F. Vilela e fomentado pelo Fundo Setorial para o Agronegócio e pelo CNPq. Trata-se de um trabalho de 36 meses, ao longo dos quais foi realizado um panorama da Defesa Agropecuária brasileira para identificação de seus gargalos e proposição de melhorias através da capacitação de seus agentes, da indução de redes sociais e da inovação tecnológica. Numa primeira etapa, denominada Prognóstico, foi realizada uma análise dos documentos que descrevem o sistema brasileiro de Defesa Agropecuária, para identificação de macroproblemas. Estes foram categorizados em "Legislação", "Aparato Institucional" e "Conhecimento/ Inovação". Entre os principais gargalos, destaca-se a falta de cursos na área de Defesa Agropecuária no Brasil. Assim, uma das ações fortemente motivadas pelo Projeto é a criação de cursos de Mestrado Profissional voltados à Defesa Agropecuária. De oito projetos apoiados pelo Projeto que foram submetidos ao edital 064/2008 do CNPq, quatro foram recomendados. A segunda etapa, denominada "Diagnóstico" é dividida em duas vertentes. Na primeira, foi feito um levantamento das tecnologias e competências existentes nas universidades e instituições de pesquisa no Brasil, que podem ser aplicadas em Defesa Agropecuária. 150 pesquisadores de todas as regiões foram entrevistadas e isso resultou num diretório de mais de 200 tecnologias e competências. Lembramos que este é um levantamento inicial e que o Projeto disponibilizará, em breve, recursos online para que o diretório seja continuamente atualizado pelos pesquisadores. Ainda na etapa de Diagnóstico, foram realizadas cerca de 100 entrevistas para levantar os gargalos e as demandas dos órgãos de Defesa Agropecuária (MAPA, OEDSAs), órgãos de governo (Itamaraty, MCT, MDIC, etc) e setor produtivo quanto a tecnologias para de Defesa Agropecuária. Futuramente, serão realizados workshops de parceria para aproximar os vários atores envolvidos no projeto: órgãos de defesa, institutos de pesquisa, universidades, setor privado, etc. Através desses workshops, será possível definir uma visão de futuro para a Defesa Agropecuária brasileira. Neste espírito de cooperação e integração de agentes, o projeto entregou à comunidade uma Rede Social ou Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária (RITDA) utilizando recursos de web 2.0. Através dela, a comunicação entre pesquisadores, docentes, setor privado e agentes de defesa tem sido facilitada. A RIT foi aberta ao público em 6 de abril de 2009 e, desde então, vem tendo um número crescente de acessos e exibições de página dentro e fora do Brasil. Sua consolidação dependerá cada vez mais da participação dos membros. Contamos com a participação ativa de todos acrescentando conteúdo e convidando profissionais da área a interagir.

 

Instituições envolvidas no projeto:

 

 

 

 

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Comentário de Edivaldo de Souza Brito Júnior em 4 maio 2012 às 16:31

Realmente a Defesa Agropecuária tem uma importância imensa em todos os setores. Eu diria que a DA está para os negócios em geral na mesma proporção que o meio ambiente para a sobrevivência do sser humano. E me atrevo em ir mais além;  existe uma interação entre a DA e qualidade de vida de todos os seres do planeta e até mesmo deste. 

Comentário de Cristina Maria Rodrigues da Silv em 4 outubro 2011 às 14:42
Encontrei este site na internet e apesar de não trabalhar na defesa agropecuária me interssei pelo assunto, espero poder contribuir para a divulgação deste tema na Universidade.
Comentário de Sandro Welker de Sousa Pinto em 6 maio 2011 às 16:11
Além de serem mensionados todos estes gargalos, um outro não menos importante, está sendo solucionado coma criação da RIT. Faltava um elo agregador, que pudesse fazer com que todos os outros elos dessa cadeia convergissem para um objetivo em comum. Parabens para os idealizadores da RIT, me sinto hontado em participar.
Comentário de Ediaulas Paiva Botelho em 16 abril 2011 às 15:31
Comentário de Marivanda Rodrigues em 20 janeiro 2011 às 22:45
Os Cursos precisam ser melhorados capacitando os profissionais para o exercício da Defesa Agropecuária que não é fácil, principalmente no interior, onde as condições de produção e reprodução são precárias e, ainda enfrentamos o entrave político.
Comentário de Adriana Gisely Tavares Barreto em 10 dezembro 2009 às 19:43
É com muita sastifação que estou na RIT....e, sem dúvida a ação mais concreta do projeto é muito coerente com a necessidade do nosso sistema acadêmico e cientifico, a criação de um Mestrado Profissional e disciplinas que enfoque a Defesa Agropecuària dar uma base para futuras mudanças na estrutura política e econômica do nosso país. Sabemos que muitas medidas se tornam paliativas a curto prazo, e, investir em mudanças da raiz desta problemática é de primordial importância para uma Defesa Agropecuària condizente com intereses nacionais e racionais. Afinal, chega de tanta teoria .....conceitos, deduções......Investigar e formular teorias com base prática é que farão uma grande diferença para nossa Sustentabilidade e Intelectualidade. Estou muito admirada com a iniciativa, qualquer coisa estou a disposição.

OK!
Comentário de Gabriel Oliveira Martins em 1 dezembro 2009 às 9:35
A agropecuária é o pilar principal da economia Brasileira, e ainda não temos em nossos currículos Acadêmicos disciplinas voltadas para a Defesa Agropecuária, área de maior exigências tanto no mercado interno (Entre os Estados Brasileiros), quanto no mercado externo, já que cada vez mais a preocupação é com a soberania alimentar e a busca cada vez mais acentuada de alimentos livres de contaminantes, e para que isso ocorra é trivial a preservação de nossas culturas, tornando-as cada vez mais isentas de pragas causadoras de Danos econômicos.
Faço parte da defesa Agropecuária no Estado de Alagoas e venho apreendendo o que é? E Como fazer defesa no dia a dia, labutando e estudando muito, assim sendo o presente projeto da um passo inicial e gigantesco para que tenhamos uma defesa agropecuária estruturada e confiável!!!!!!!!
Meus Parabéns!!!!!!!!!
Comentário de Vera Lúcia A de Oliveira Pereira em 24 novembro 2009 às 23:20
Prof. Evaldo!
Espero poder dar a minha contribuição para que estas mudanças se concretizem. Realmente, as grades curriculares precisam ser alteradas. O projeto é a grande porta de entrada para que se fortaleça a Defesa Agropecuária no Brasil.
Parabéns!
Comentário de OTILIA MARIA B LEAL DE FREITAS em 1 novembro 2009 às 12:56
Faz-se necessário o desenvolvimento de uma Proposta de Modernização da Defesa Agropecuária brasileira tendo como base o equilibrio entre a defesa dos interesses dos setores economicos x defesa da sociedade ( defesa dos cunsumidores). É um desafio a ser compartilhado por todos os setores envolvidos.
Comentário de valto gabriel da silva em 23 setembro 2009 às 23:08
Sinto-me um afortunado em poder fazer parte desta importante rede, o RIT. Que bom saber que ainda existe bons intelectuais e boas cabeças pensantes preocupados com a nossa, ainda um pouco caótica, "Defesa Agropecuária.
Que todos nós os participantes, possamos dar o melhor de nós e sempre usando a boa fé, para tentarmos melhorar um pouco a Defesa Agropecuária Brasileira.
Comentário de Carlos Henrique Fonseca em 21 setembro 2009 às 18:28
Considero muito positiva a transdisciplinaridade da tematica discutida nos foruns da RIT - são diretas e rápidas, o que motiva muito a participação. Tenho aprendido muito e repassado um pouco desse "olhar" para meus alunos. Como de costume, prof. Evaldo, impecável. Parabéns. Gostaria de colocar um adendo ao comentario do colega Luiz Dimenstein, e propor uma frente de ação junto aos cursos da área de saúde, como medicina, farmácia, nutrição, uma vez que os produtos agropecuário gerados aqui refletem diretamente no estado de saúde do nosso povo. Precisamos formar farmacêuticos, médicos e nutricionistam que conheçam o efeito nefasto da contaminação quimica, das alergias alimentares, entre outras patologia que, com uma defesa agropecuária atuante, serão minimizadas. Essa é sem dúvida, a porta de entrada do Brasil no seleto grupo de fornecedores de alimentos inócuos, socialmente responsáveis e principalmente, com sabor de alimento!
Comentário de Angela Pimenta Peres em 18 setembro 2009 às 13:09
Pelo andamento do projeto já podemos verificar as necessárias mudanças e o entusiasmo brasileiro em fazer uma Defesa Agropecuária Forte! Parabéns Evaldo.
Comentário de Luiz Dimenstein em 6 agosto 2009 às 16:56
Muito lúcida a justificativa de criar a Defesa Agropecuária. Sugiro partir para o ataque. Vamos atacar a arcáica composição de grade curricular dos cursos ligados a agronomia e demais atividades da agropecuária. Precisamos criar especialistas e não apenas "clínicos gerais" como ocorre nesses cursos desde meados do século passado, cuja finalidade era formar gerente ou capataz para cuidar de tudo nas fazendas. Capacitação do capital humano e forte injeção de recursos para estimular a quem atue no setor da educação em agropecária. Essa prioridade é capaz arrastar todas as outras que virão naturalmente em sequência.
Comentário de Sílvia Regina Ferreira Gonçalves em 13 julho 2009 às 19:49
Prezado Professor Evaldo Vilela,
Sinto-me honrada em poder contribuir, nas minhas área de atuação e região, c/ o importante Projeto de Inovação Tecnológica, Coordenado por V.Sa., p/ a Defesa Agropecuária e desenvolvimento do Agronegócio no país. Pode contar com a participação desta Virologista carioca, no sentido de divulgar e interagir sobre o tema c/ nossa comunidade e a população, através desta nova Rede Social, a RIT. Meus parabéns pelo vídeo, alta/ didádico e atraente.
Por ser expressão da verdade firmo o presente e apresento minhas cordiais saudações!
Comentário de Marcelo Barreto da Silva em 1 julho 2009 às 9:13
A Defesa Agropecuária é um dos desafios para os próximos anos, dentro de um programa crescimento econômico e social do Brasil.
Comentário de Paulo Renato Macedo Cabral em 25 junho 2009 às 12:45
Gostei muito do vídeo Dr. Evaldo. Bem explicativo e sintético. A rede está muito boa.
Comentário de JARDEL MIRANDA DE OLIVEIRA em 21 maio 2009 às 15:53
VEJO COM GRANDE INTERESSE, QUE DESENVOLVA E PROGRIDA, A COMUNIDADE RIT

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